Ciência, filosofia, arte e espiritualidade. Equilíbrio organizacional e Gestão através do pensamento multidisciplinar.
terça-feira, 21 de agosto de 2012
segunda-feira, 23 de julho de 2012
A atitude e o planejamento
Autor:
Laércio Lins
Às vezes é preciso voar, tirar os pés do chão,
um voo planejado é elemento indispensável ao crescimento, o risco é um estímulo
que coloca um pouco de adrenalina nas ações e decisões. Não adianta esperar
mudanças ou conquistas em zonas de conforto. A mãe do sucesso se chama sacrifício, o pai é o foco. Quem mantém os
pés colados no chão para se manter seguro, tende a acreditar que o mundo está
parado e perde oportunidades enquanto o mundo gira. Atitude, uma das colunas mais importantes para a realização do
planejamento.
domingo, 10 de junho de 2012
Investir nas pessoas, uma questão de bom senso
Autor: Laércio Lins
Um dos principais propósitos da Administração, enquanto ciência, é criar e desenvolver situações com o objetivo da conquista de resultados; utilizar recursos de maneira que a relação custo/benefício seja alcançada da forma mais equilibrada possível
Temos ouvido, lido e visto as mais diversas teorias sobre aplicação de técnicas de administração e a cada dia temos mais certeza de que, apenas a retórica não é suficiente para o sucesso das empresas ou das pessoas, é preciso que estas teorias estejam fundamentadas pela prática, ou simplesmente perdem o sentido. A velha frase de que “o fim justifica os meios” até pode servir para justificar o resultado frio, seco, matemático, no entanto, está cada dia mais comprovado que não se pode mais buscar o resultado apenas pelo resultado, é preciso considerar os métodos e os processos pelos quais os resultados se realizaram.
É necessário revisar os conceitos utilizados para as conquistas, o resultado politicamente correto, é aquele que considerou, durante seu desenvolvimento, o meio, o ambiente e a satisfação das pessoas que o construíram, este é o princípio básico da “Qualidade Total”. O produto ou serviço é concebido a partir da satisfação pessoal de cada colaborador que participa de sua produção. A satisfação reflete na produção, em forma de produtividade e qualidade e a seguir se transforma na satisfação do cliente.
A comunicação e o universo de informações no mundo globalizado, dia a dia, têm unificado os processos nas áreas de manufatura e prestação de serviços. As margens de lucros têm sido cada dia mais estreitas.
Em meio à competição tão acirrada, em pouco tempo será destaque e se manterá no mercado apenas as empresas que tiverem em sua missão e em sua visão, entre outros propósitos, a valorização do homem, numa relação justa de direitos e deveres, tanto para empresa quanto para seus colaboradores.
Há estatísticas realizadas por empresas de marketing, que mais de 50% da perda de clientes para a concorrência acontece por motivo de mal atendimento. O cliente almeja segurança ao adquirir um bem ou serviço e o diferencial para que isto aconteça se encontra nas relações interpessoais. Para encantar o cliente a empresa precisa primeiro valorizar seus funcionários, a partir daí, eles, naturalmente, construirão uma imagem positiva da própria empresa e de seus produtos.
Segundo o filósofo marxista italiano Gramsci (1891-1937), “senso comum é o conhecimento e a cultura adquiridos por tradição herdados dos antepassados, aos quais, acrescentamos experiências vivenciadas na sociedade em que vivemos. O bom senso é o núcleo, a parte boa do senso comum.”
Devido a globalização da informação, comunicação e tecnologias, os mercados tendem a si unificarem com características cada dia mais parecidas, se mantêm as tradições, as crenças e os valores regionais, no entanto, a consciência de Qualidade Total, procedente do Japão após a segunda guerra mundial, tem se difundido no ocidente e tornado os mercados cada dia mais padronizados e exigentes. Há um “senso comum” unificando os mercados. Em um mundo onde tudo é tão igual, “bom senso” é investir nas pessoas, este será o diferencial em um futuro que já chegou.
laerciolins.blogspot.com
Informações palestras: laerciolins9@gmail.com
Um dos principais propósitos da Administração, enquanto ciência, é criar e desenvolver situações com o objetivo da conquista de resultados; utilizar recursos de maneira que a relação custo/benefício seja alcançada da forma mais equilibrada possível
Temos ouvido, lido e visto as mais diversas teorias sobre aplicação de técnicas de administração e a cada dia temos mais certeza de que, apenas a retórica não é suficiente para o sucesso das empresas ou das pessoas, é preciso que estas teorias estejam fundamentadas pela prática, ou simplesmente perdem o sentido. A velha frase de que “o fim justifica os meios” até pode servir para justificar o resultado frio, seco, matemático, no entanto, está cada dia mais comprovado que não se pode mais buscar o resultado apenas pelo resultado, é preciso considerar os métodos e os processos pelos quais os resultados se realizaram.
É necessário revisar os conceitos utilizados para as conquistas, o resultado politicamente correto, é aquele que considerou, durante seu desenvolvimento, o meio, o ambiente e a satisfação das pessoas que o construíram, este é o princípio básico da “Qualidade Total”. O produto ou serviço é concebido a partir da satisfação pessoal de cada colaborador que participa de sua produção. A satisfação reflete na produção, em forma de produtividade e qualidade e a seguir se transforma na satisfação do cliente.
A comunicação e o universo de informações no mundo globalizado, dia a dia, têm unificado os processos nas áreas de manufatura e prestação de serviços. As margens de lucros têm sido cada dia mais estreitas.
Em meio à competição tão acirrada, em pouco tempo será destaque e se manterá no mercado apenas as empresas que tiverem em sua missão e em sua visão, entre outros propósitos, a valorização do homem, numa relação justa de direitos e deveres, tanto para empresa quanto para seus colaboradores.
Há estatísticas realizadas por empresas de marketing, que mais de 50% da perda de clientes para a concorrência acontece por motivo de mal atendimento. O cliente almeja segurança ao adquirir um bem ou serviço e o diferencial para que isto aconteça se encontra nas relações interpessoais. Para encantar o cliente a empresa precisa primeiro valorizar seus funcionários, a partir daí, eles, naturalmente, construirão uma imagem positiva da própria empresa e de seus produtos.
Segundo o filósofo marxista italiano Gramsci (1891-1937), “senso comum é o conhecimento e a cultura adquiridos por tradição herdados dos antepassados, aos quais, acrescentamos experiências vivenciadas na sociedade em que vivemos. O bom senso é o núcleo, a parte boa do senso comum.”
Devido a globalização da informação, comunicação e tecnologias, os mercados tendem a si unificarem com características cada dia mais parecidas, se mantêm as tradições, as crenças e os valores regionais, no entanto, a consciência de Qualidade Total, procedente do Japão após a segunda guerra mundial, tem se difundido no ocidente e tornado os mercados cada dia mais padronizados e exigentes. Há um “senso comum” unificando os mercados. Em um mundo onde tudo é tão igual, “bom senso” é investir nas pessoas, este será o diferencial em um futuro que já chegou.
laerciolins.blogspot.com
Informações palestras: laerciolins9@gmail.com
sexta-feira, 6 de abril de 2012
A porta principal se chama Bom Senso
Autor: Laércio Lins
As organizações querem em suas equipes pessoas disponíveis, que se envolvam com os objetivos e se coloquem como parte da solução. Já ouvi muito algumas pessoas falarem que não se deve misturar vida pessoal com vida profissional, frases do tipo “os problemas pessoais não devem ser levados para o ambiente de trabalho.” Isso é uma contradição, o mesmo que dizer: Seja duas pessoas, uma em cada circunstância e ao mesmo tempo uma só pessoa, verdadeira, de comportamento sóbrio e previsível.
As organizações querem em suas equipes pessoas disponíveis, que se envolvam com os objetivos e se coloquem como parte da solução. Já ouvi muito algumas pessoas falarem que não se deve misturar vida pessoal com vida profissional, frases do tipo “os problemas pessoais não devem ser levados para o ambiente de trabalho.” Isso é uma contradição, o mesmo que dizer: Seja duas pessoas, uma em cada circunstância e ao mesmo tempo uma só pessoa, verdadeira, de comportamento sóbrio e previsível.
As organizações buscam resultados, pessoas que contribuam para o crescimento de seu patrimônio, procuram entre seus colaboradores pessoas que sejam parte da solução e não do problema. Dificuldades e problemas de ordem pessoal, todos nos temos e teremos, o diferencial está em como lidamos com eles. Para isso, não é preciso ser dois.
Tenho observado o comportamento de pessoas, equipes, organizações e encontrado motivos que determinam o fracasso ou o sucesso, tanto pessoal quanto profissional.
Há profissionais que têm sempre uma desculpa por não ter feito ou atingido o objetivo. Eles estão sempre com razão. Politicamente e legalmente realizam tudo certo, mas, não produzem resultados. Para justificar o insucesso, encontram sempre um motivo, alguém que não colaborou ou um recurso que faltou. Estes profissionais transformam qualquer departamento ou empresa em uma fábrica de desculpa onde tudo está dentro das normas e nada acontece. Não arriscam nada, estão sempre acomodados numa zona de conforto, não aceitam e não sabem lidar com imprevistos. Este tipo de profissional muitas vezes não lembram ou não sabem qual o objetivo principal da empresa, esquecem que na outra ponta da cadeia produtiva existe o cliente esperando pelo produto ou serviço que comprou e que as desculpas não atendem suas expectativas.
Pessoas que alavancam uma empresa e também a vida pessoal são aquelas que estão abertas às oportunidades e dispostos a se reinventarem diante de imprevisibilidade atender as necessidades, pessoas que não fazem da máxima: “Eu fiz a minha parte” uma regra de vida. Fazer “a parte” que lhe é atribuída não leva a nada se “o todo” não for realizado. Os profissionais de sucesso são disponíveis e estão sempre prontos para ser um elo na corrente, o que é muito diferente de ser um elo, fazendo seu papel de elo, sem compromisso com a corrente por que o fato de ser elo já lhe é suficiente.
Profissionais de sucesso assumem papéis que não são o seu, por perceber a necessidade em um projeto, estão abertos para contornar situações e quando reclamam, apontam sugestões e se colocam a disposição para participar das ações.
O sucesso traz na bagagem o discurso positivo, otimista, sintonizado com a prática. A derrota traz a energia da reclamação respaldada em normas e convenções que fundamentam, mas, não realizam.
Quando falo de sucesso me refiro a equilíbrio e crescimento organizacional, profissional e pessoal e isso tem tudo haver com realizar. O discurso sem a prática não realiza. Apenas justifica.
Maneira de ver, postura e comportamento são determinantes no universo corporativo. As organizações objetivam resultados e resultados são construídos a partir de criatividade, flexibilidade e disponibilidade.
Enquanto muitos estão tristes porque chegou a segunda-feira ou felizes demais por ser sexta-feira, alguns poucos estão preocupados em praticar o bom senso e de fazer o que é necessário no tempo que for preciso porque sabem que é isso que faz a diferença e abre portas para as oportunidades.
“Eu gosto do impossível por que lá a concorrência é menor” Esta frase de Walt Disney conceitua muito bem a diferença de atitude entre um perfil de sucesso e um perfil de fracasso. Não há sucesso sem sacrifício, sem esforço e sem dedicação.
Não há regras prontas que leva à realização pessoal ou profissional, a vida não é regida por uma fórmula matemática. Possibilidades surgem a todo instante como em um jogo de xadrez. O bom senso é uma porta que hora abre e hora fecha orientando alternativas e decisões. As organizações esperam de seus colaboradores bom senso e resultado. Bons profissionais esperam das organizações bom senso, resultado e recompensa. Alguns profissionais, por carências de bom senso se preocupam apenas com a recompensa e se perdem sem ao menos saber o motivo.
segunda-feira, 26 de março de 2012
Descentralizar para crescer
Autor Laércio Lins
Às vezes nos pegamos cobrando dos outros nossos conceitos de certo e errado, esta atitude limita as possibilidades de criação. O líder de uma equipe consegue agregar valor ao grupo quando passa a confiar na capacidade criativa das pessoas.
Delegar exige coragem e auto-confiança, é surpreendente observarmos a fluência de uma realização em equipe, a partir de idéias e atitudes individuais trazidas para o objetivo comum do grupo. A liberdade de expressão, além de elevar a auto-estima, proporciona melhor desempenho e produtividade. As pessoas se sentem felizes quando descobrem que são capazes. Uma das formas de construção de uma equipe feliz é conduzir seus componentes a esta certeza.
Tenho visto em muitas empresas situações que costumo chamar de efeito Torre de Babel. Ninguém se entende, ninguém sabe o que, quando, onde ou para quê. A vida nestes ambientes se transforma em uma eterna interrogação, as pessoas se irritam com facilidade e desistem simplesmente por não saber para onde estão indo. Sem direção e sentido, trava tudo, muito trabalho e pouco resultado.
A comunicação é um dos principais requisitos para o bom desempenho de uma equipe, a mesma, depende do perfil de quem dirige para que flua sem obstrução. O gerente centralizador retém conhecimento e apenas libera informações fracionadas para os membros do grupo, ou seja, dados. Estes dados desencontrados causam desequilíbrio e insegurança no meio; causa sensação de impotência, sensação de esforço não compatível com os objetivos. A tendência destes modelos de gestão é desenvolver ambientes hostis, onde o principal objetivo passa a ser a procura de culpados para tudo.
Em outro plano, o líder descentralizador, distribui informações de forma constante, linear e completa; dirige, coordena, checa se as informações atingiram o destino e valoriza a capacidade criativa individual. Com esta postura do gestor, os componentes do grupo interagem e se completam em torno do objetivo. Em um cenário assim não há espaço para "culpados", e sim, para pessoas pró-ativas e assertivas, cenário este, onde o sucesso é uma conquista natural.
Controlar é diferente de centralizar. O controle é necessário para monitorar o desenvolvimento do planejamento e as relações de causa e efeito durante o percurso em busca de metas e resultados. A centralização é nociva, normalmente se respalda em uma montanha de normas criadas pelo próprio gestor, limita a expansão da criatividade e desenvolve uma equipe sem opinião e voz que expresse as idéias.
O poder é um exercício que só se estabelece a partir do consenso. O gestor conquista a equipe através de ações técnicas, criando cenário e alternativas para a solução dos problemas, para isto é preciso que tenha conhecimento, domínio e liderança sobre a área em que atua; e através da abertura para um conjunto de regras claras e transparentes, que o conduz também a uma relação de confiança diante da equipe.
A liberdade de criação, opinião e sugestão, transformam indivíduos em multiplicadores e propagadores do conhecimento. Se o grupo sente a segurança de que está sendo conduzido pelo caminho mais racional, as soluções passam a ser uma rotina e surgem espaços naturais para novas idéias, que levarão equipe a outros níveis e a outras conquistas.
www.laerciolins.blogspot.com.br
Palestras e workshops com Laércio Lins em eventos organizacionais.
Informações: laerciolins9@gmail.com ou laerciolins9@hotmail.com
Às vezes nos pegamos cobrando dos outros nossos conceitos de certo e errado, esta atitude limita as possibilidades de criação. O líder de uma equipe consegue agregar valor ao grupo quando passa a confiar na capacidade criativa das pessoas.
Delegar exige coragem e auto-confiança, é surpreendente observarmos a fluência de uma realização em equipe, a partir de idéias e atitudes individuais trazidas para o objetivo comum do grupo. A liberdade de expressão, além de elevar a auto-estima, proporciona melhor desempenho e produtividade. As pessoas se sentem felizes quando descobrem que são capazes. Uma das formas de construção de uma equipe feliz é conduzir seus componentes a esta certeza.
Tenho visto em muitas empresas situações que costumo chamar de efeito Torre de Babel. Ninguém se entende, ninguém sabe o que, quando, onde ou para quê. A vida nestes ambientes se transforma em uma eterna interrogação, as pessoas se irritam com facilidade e desistem simplesmente por não saber para onde estão indo. Sem direção e sentido, trava tudo, muito trabalho e pouco resultado.
A comunicação é um dos principais requisitos para o bom desempenho de uma equipe, a mesma, depende do perfil de quem dirige para que flua sem obstrução. O gerente centralizador retém conhecimento e apenas libera informações fracionadas para os membros do grupo, ou seja, dados. Estes dados desencontrados causam desequilíbrio e insegurança no meio; causa sensação de impotência, sensação de esforço não compatível com os objetivos. A tendência destes modelos de gestão é desenvolver ambientes hostis, onde o principal objetivo passa a ser a procura de culpados para tudo.
Em outro plano, o líder descentralizador, distribui informações de forma constante, linear e completa; dirige, coordena, checa se as informações atingiram o destino e valoriza a capacidade criativa individual. Com esta postura do gestor, os componentes do grupo interagem e se completam em torno do objetivo. Em um cenário assim não há espaço para "culpados", e sim, para pessoas pró-ativas e assertivas, cenário este, onde o sucesso é uma conquista natural.
Controlar é diferente de centralizar. O controle é necessário para monitorar o desenvolvimento do planejamento e as relações de causa e efeito durante o percurso em busca de metas e resultados. A centralização é nociva, normalmente se respalda em uma montanha de normas criadas pelo próprio gestor, limita a expansão da criatividade e desenvolve uma equipe sem opinião e voz que expresse as idéias.
O poder é um exercício que só se estabelece a partir do consenso. O gestor conquista a equipe através de ações técnicas, criando cenário e alternativas para a solução dos problemas, para isto é preciso que tenha conhecimento, domínio e liderança sobre a área em que atua; e através da abertura para um conjunto de regras claras e transparentes, que o conduz também a uma relação de confiança diante da equipe.
A liberdade de criação, opinião e sugestão, transformam indivíduos em multiplicadores e propagadores do conhecimento. Se o grupo sente a segurança de que está sendo conduzido pelo caminho mais racional, as soluções passam a ser uma rotina e surgem espaços naturais para novas idéias, que levarão equipe a outros níveis e a outras conquistas.
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Informações: laerciolins9@gmail.com ou laerciolins9@hotmail.com
sábado, 15 de outubro de 2011
Professor
Autor: Laércio Lins
Ensinar é estimular o conhecimento como quem clareia a visão polindo um vidro embaçado que, pouco a pouco, ganha transparência e permite nitidez. Ensinar é também aprender com as diferenças e com as novidades, perceber que existe sempre a possibilidade de um olhar novo pra um conceito antigo, que existe sempre uma maneira diferente de interpretar uma idéia.
Em meio a esse universo de aprendizagem, condução e estímulo ao conhecimento, o professor é verbo de ligação a conduzir por uma estrada de descobertas enquanto ensina e ao mesmo tempo aprende.
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
Administração: Filosofia, ciência e arte.
Autor: Laércio Lins
Congratulações a todos que fazem parte do universo da filosofia, ciência e arte da ADMINISTRAÇÃO – Salve 09.09.2011, dia do Administrador.
www.laerciolins.blogspot.com
Ação e reação: Para toda força aplicada existe uma força de mesma intensidade em sentido contrário, (nos falou o físico Isaac Newton, 1643-1727, em sua terceira lei). Isso deve ser considerado em qualquer situação organizacional ou pessoal.
Administrar é lidar com filosofia, arte e ciência, por que o ser humano é composto de ações exatas e emocionais. Estratégicas, táticas e operacionais.
Ad+ministrar - ministrar junto, ao lado, com participação, a etimologia da palavra já nos diz. Todos em direção a um objetivo.
Administrar é colocar em prática a teoria da decisão e da percepção, por que sem prática o discurso perde o sentido e não há resultado ou resultante.
A administração de forças leva a resultados, a administração das escolhas leva à otimização dos resultados.
www.laerciolins.blogspot.com
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
Há lugar para todos
Há lugar para todos
Laércio Lins
Entre os temas que mais preocupam
os jovens que estão chegando ao mercado de trabalho, estão a escolha da
profissão e as incertezas com relação ao futuro. As dificuldades para descobrir
oportunidades, em meio a tantas variáveis e diante da competição, têm
contribuído para a formação de profissionais fora de sintonia com suas próprias
aptidões e vocações.
Estes momentos vividos pelos
jovens e o aumento da concorrência nos últimos tempos, me faz lembrar de
uma brincadeira de crianças chamada “dança das cadeiras,” na qual, a cada etapa
diminui uma cadeira e sobra um componente, até que só reste um e a brincadeira
acaba.
Talvez não possamos mudar o
quadro de escassez de estágios ou de empregos, mas, certamente podemos melhorar
a qualidade e as condições de trabalho de estagiários ou profissionais recém-formados
ou recém contratados, aproximando-os o quanto possível de suas habilidades mais
fluentes.
As empresas precisam cuidar da sucessão,
da própria continuidade e aperfeiçoamento de suas culturas, uma marca forte e
de referência se constrói através da valorização de sua história e a história
se compõe a partir das ações das pessoas. Para que haja renovação e atualização
organizacional é necessário abrir espaço para a criatividade, para a novidade e
para o pensamento sem vícios, isto só é possível a partir de pessoas livres de
paradigmas e que não acreditem na existência do impossível, características
encontradas em abundância na juventude.
O tempo nos transforma em
profissionais experientes, no entanto, quanto mais experientes nos sentirmos,
mais precisamos buscar atualizações e atentar para as inovações, perceber as
novidades expressas pela tecnologia, pela ciência e pelas artes. Uma música
nova pode nos ensinar um novo ritmo para um pensamento antigo, na maioria das
vezes, soluções do passado não servem para problemas atuais, as informações e
os dados nos traduzem novas leituras a cada momento. Estamos acostumados à seguir
regras, símbolos e convenções que, devido às influências de nossos modelos
mentais, tomamos como naturais. Para que tenhamos argumento diante de situações
novas, precisamos ouvir e escutar, olhar e ver a partir de uma ótica que nos
permita ampliar as possibilidades. É tudo uma questão de referência e isto só é
possível se houver constante atenção aos velhos e também aos novos conceitos e
suas linhas de pensamento.
É preciso estimular os jovens
para que cresçam fortalecidos também pelos erros e correções, pelas perdas e
ganhos. É preciso acreditar no potencial que desponta cauteloso e ao mesmo
tempo cheio de vigor, ansioso por um futuro que acabou de nascer. O equilíbrio
entre a novidade trazida por profissionais jovens e a experiência de
profissionais que conhecem a cultura de uma organização é positivo para o crescimento
e rejuvenescimento da empresa.
A filosofia nos mostra que início
e fim podem ser apenas pontos de marcação e referências, em um círculo o ponto
de partida também é o ponto de chegada e isso nos mostra que não há verdade
absoluta. A relatividade difundida por Albert Einstein nos coloca diante de
conceitos diferentes até para o tempo e para o espaço, logo, uma nova maneira
de realizar pode nos surpreender e nos ensinar. Os homens de Neandertau(1) viam
o mundo através das sombras nas paredes das cavernas, até o dia em que um deles
decidiu sair para ver o sol. O velho e o novo se completam. A experiência
guarda em sua essência e em seu DNA o prazer da descoberta e a lembrança dos
primeiros passos.
Há lugar para todos, as
organizações precisam de novos talentos para garantir o futuro e de experiência
para conduzir o presente com segurança. Muitas empresas perceberam que a
renovação é vital e têm implantado programas de “trainne, (2)” que é uma forma
de desenvolver sucessores para cargos-chaves. Estes programas tem como objetivo
desenvolver profissionais de maneira incentivada e acompanhada, moldando-os de
acordo com a cultura e os objetivos da empresa a longo prazo.
(1) Neandertal - Referência
ao livro Sombras do Homem de Neandertal de David Hutchens, Editora Best
Seller
(2) Trainee - Tipo de cargo dentro da estrutura hierárquica de uma empresa
onde o desenvolvimento profissional do funcionário é
incentivado. O nome, que é um estrangeirismo, vem da inglês"training",
ou treinamento (em inglês, "trainee" é o indivíduo em treinamento). Fonte:
Wikipédia – A enciclopédia livre
Contatos: laerciolins9@gmail.com
- www.laerciolins.blogspot.com
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